quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Conhecendo mais sobre a Ásia


Hinduísmo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Brama, uma das principais divindades do hinduísmo. O hinduísmo é uma tradição religiosa[1] que se originou no subcontinente indiano. O hinduísmo é frequentemente chamado de Sanātana Dharma (सनातन धर्म) por seus praticantes, uma frase em sânscrito que significa "a eterna dharma (lei)"[2] Num sentido mais abrangente, o hinduísmo abrange o bramanismo, a crença na "Alma Universal", Brâman; num sentido mais específico, o termo se refere ao mundo cultural e religioso, ordenado por castas, da Índia pós-budista.[3] Entre as suas raízes está a religião védica da Idade do Ferro na Índia. O hinduísmo é citado frequentemente como a "mais antiga tradição religiosa" dentre os principais grupos religiosos do mundo,[4][5] ou como a "mais antiga das principais tradições existentes".[6][7][8] É formado por diferentes tradições e composto por diversos tipos, e não possui um fundador.[9] Estes tipos, sub-tradições e denominações, quando somadas, fazem do hinduísmo a terceira maior religião, depois do cristianismo e do islamismo, com aproximadamente um bilhão de fiéis, dos quais cerca de 905 milhões vivem na Índia e no Nepal.[10] Outros países com populações significativas de hinduístas são Bangladesh, Sri Lanka, Paquistão, Malásia, Singapura, ilhas Maurício, Fiji, Suriname, Guiana, Trinidad e Tobago, Reino Unido, Canadá e Estados Unidos. O vaso corpo de escrituras do hinduísmo se divide em shruti ("revelado") e smriti ("lembrado"). Estas escrituras discutem a teologia, filosofia e a mitologia hinduísta, e fornecem informações sobre a prática do dharma (vida religiosa). Entre estes textos os Vedas e os Upanixades possuem a primazia na autoridade, importância e antiguidade. Outras escrituras importantes são os Tantras, os Ágamas, sectários, e os Puranas (AFI: [Purāṇas]), além dos épicos Maabárata (AFI: [Mahābhārata]) e Ramáiana (AFI: [Rāmāyaṇa]). O Bagavadguitá (AFI: [Bhagavad Gītā]), um tratado do Maabárata, narrado pelo deus Críxena (Krishna), costuma ser definido como um sumário dos ensinamentos espirituais dos Vedas.[11] Os hindus acreditam num espírito supremo cósmico, que é adorado de muitas formas, representado por divindades individuais. O hinduísmo é centrado sobre uma variedade de práticas que são vistos como meios de ajudar o indivíduo a experimentar a divindade que está em todas as partes, e realizar a verdadeira natureza de seu Ser. A teologia hinduísta se fundamenta no culto aos avatares (manifestações corporais) da divindade suprema, Brâman. Particular destaque é dado à Trimurti - uma trindade constituída por Brama (Brahma), Xiva (Shiva) e Vixnu (Vishnu). Tradicionalmente o culto direto aos membros da Trimurti é relativamente raro - em vez disso, costumam-se cultuar avatares mais específicos e mais próximos da realidade cultural e psicológica dos praticantes, como por exemplo Críxena (Krishna), avatar de Vixnu e personagem central do Bagavadguitá.


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*** O Hinduísmo é uma religião presente principalmente na Índia. De acordo com os dados fornecidos pelo testo, que semelhanças ou diferenças podemos traçar entre esta religião e o Cristianismo Ocidental?

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Quer saber mais sobre os detalhes dessa religião? Não deixe de conferir os links (palavras sublinhadas em azul) no texto!

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

I Prova da etapa loca do Desafio National Geographic


Segue abaixo o gráfico com o desempenho dos alunos que fizeram a prova da etapa regional do desafio National Geographic. Parabéns pelo empenho e dedicação!

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Ásia


História
A história da Ásia pode ser entendida como a história coletiva de várias regiões litorâneas distintas - o leste asiático, a Ásia meridional e o Oriente Médio - ligadas pela estepe eurasiática no interior do continente. Cidades, depois Estados e impérios surgiram naquelas áreas.A periferia costeira foi o berço de algumas das civilizações mais antigas do mundo. Cada uma daquelas regiões desenvolveu uma civilização ao longo de vales férteis de rios. As civilizações da Mesopotâmia, do vale do Indo e da China tinham muito em comum e provavelmente intercambiaram tecnologia e idéias, como a matemática e a roda. Outros avanços, como a escrita, desenvolveram-se independentemente em cada região.A estepe era habitada por nômades a cavalo que, a partir das estepes centrais, alcançavam qualquer parte do continente asiático. A primeira expansão conhecida das estepes para a costa foi a dos indo-europeus, que levaram sua família lingüística ao Oriente Médio, à Índia e às fronteiras da China. A parte norte do continente, correspondente à Sibéria, permaneceu inacessível aos nômades, devido a suas densas florestas e à tundra, e manteve-se pouco habitada.A estepe central e a periferia são separadas por cordilheiras e desertos. O Cáucaso, os Himalaias, o deserto de Karakum e o deserto de Gobi representavam barreiras que os cavaleiros das estepes ultrapassavam com dificuldade. Embora os habitantes das cidades fossem mais avançados tecnológica e culturalmente, havia pouco que pudessem fazer para defender-se militarmente das hordas a cavalo provenientes das estepes. Entretanto, os nômades que conquistaram Estados na China, Índia e Oriente Médio terminaram por adaptar-se e integrar-se às sociedades locais, culturalmente mais fortes.Muitas grandes civilizações e culturas existiram no continente asiático. O Judaísmo e o Cristianismo foram fundados na Palestina. A cultura da antiga Israel foi estabelecida no segundo milênio a.C.. Alexandre, o Grande, conquistou o território que vai da atual Turquia ao subcontinente indiano no século IV a.C. O Império Romano posteriormente controlaria partes da Ásia ocidental. Sucederam-se na Pérsia as dinastias aquemênida, selêucida, parta e sassânida. Muitas civilizações antigas foram influenciadas pela Rota da Seda, que ligava a China, a Índia, o Oriente Médio e a Europa. O Hinduísmo e o Budismo, que tiveram início na Índia, também foram uma influência importante no sul e no leste da Ásia.O Califado islâmico e outros Estados muçulmanos tomaram o Oriente Médio a partir do século VII e posteriormente se expandiram para o subcontinente indiano e para a Insulíndia. As Cruzadas, tentativas da Europa cristã de retomar dos muçulmanos a Terra Santa, sucederam-se a partir do século XII. O Império Mongol conquistou boa parte da Ásia no século XIII, estendendo-se da China à Europa. O Império Russo começou a expandir-se em direção à Ásia no século XVII, até controlar a Sibéria e a maior parte da Ásia Central em fins do século XIX. O Império Otomano controlou a Turquia e o Oriente Médio a partir do século XVI. No século XVII, os manchus conquistaram a China e estabeleceram a dinastia Qing, que declinou no século XIX e foi derrubada em 1912.Diversas potências européias apossaram-se de partes da Ásia, como a Índia britânica, a Indochina francesa e Macau e Goa, que já estiveram sob controle português. No século XIX, decorreu o chamado "Grande Jogo" entre o Império Russo e o Império Britânico, uma disputa pelo controle da Ásia Central. No século XX, o Japão expandiu-se para a China, a Coréia e o sudeste asiático durante a Segunda Guerra Mundial. Após o conflito, muitos países do continente tornaram-se independentes das potências européias. Durante a Guerra Fria, a porção norte da Ásia era comunista, controlada pela União Soviética e pela República Popular da China, enquanto que os aliados ocidentais formaram pactos como CENTO e SEATO. Representantes dos blocos capitalista e comunista enfrentaram-se em confrontos como a Guerra da Coréia, a Guerra do Vietnã e a invasão soviética do Afeganistão. O conflito árabe-israelense dominou a maior parte da história recente do Oriente Médio. O colapso da União Soviética, em 1991, deu origem a vários países independentes na Ásia Central.


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* Agora, registre suas impressões do texto, o que você achou de mais interessante, deixando um comentário de pelo menos 10 linhas.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Dicas de Sites

Seguem os links é só clicar e navegar!

Desafio de Geografia

Atlas Geográfico

Viagem pelo Brasil

Planeta Sustentável

Problemática da água

Aquecimento global

Reportagem 1

Reportagem 2

Reportagem 3

Glossário de palavras

Exercícios para treinar

Como serão as provas?


A primeira prova (fase local), a ser realizada dia 10 de agosto nas próprias escolas, conterá 25 questões de múltipla escolha. A segunda (fase regional) acontecerá no dia 19 de setembro em escolas-sede regionais. Nesta segunda avaliação, além da prova de múltipla escolha, haverá também uma prova dissertativa. Portanto, vale a pena exercitar capacidades -- em relação a situações, objetos e acontecimentos -- tais como descrever, comparar e analisar, explicar, estabelecer relações, argumentar, opinar ou extrair conclusões.
Na terceira avaliação (fase final), que acontecerá em novembro em São Paulo, além da prova aberta e da de múltipla escolha, os estudantes também serão desafiados a realizar um trabalho de campo na cidade de São Paulo, munidos de roteiro para observações, registros, discussões e conclusões. Assim, caso tenham oportunidade, a partir de sua escola os estudantes e professores podem planejar e executar estudos do meio, visitas e trabalhos de investigação da realidade local. Com o apoio dos professores, da escola e dos familiares, certamente valerá a pena os alunos embarcarem nessa Viagem do Conhecimento!
Bom trabalho!Roberto Giansanti – consultor de geografia do concurso Viagem do Conhecimento / Desafio National Geographic

Dicas para ir bem na prova do desafio

Na edição 2009 o fio condutor do Desafio National Geographic Brasil está muito ligado ao lema da revista National Geographic Brasil: “inspirar as pessoas a cuidar do planeta.” Assim, as provas e atividades previstas se baseiam em reportagens e artigos veiculados pela National , bem como em informações publicadas em outras revistas e sites da Editora Abril, como o Planeta Sustentável, Viagem&Turismo e Veja na Sala de Aula. Portanto, para se preparar para as provas, é importante que os estudantes busquem essas publicações e atentem para os temas e habilidades propostos para o Desafio.
Eles estão expressos na Matriz de Referência divididos em cinco eixos principais: Sociedade e natureza, Linguagens da geografia, história e áreas afins, A cidade e o campo, mobilidade geográfica e quadro político e econômico do mundo atual. Os eixos destacam os elementos naturais e sociais que constituem o espaço geográfico. É importante que os estudantes e professores observem também os descritores, formulações com conteúdos, competências e habilidades que detalham os eixos temáticos. A ideia é que a Matriz seja um verdadeiro roteiro de estudos.
Os estudantes também devem ficar antenados em temas e assuntos que estão na ordem do dia, como, energia, mudanças climáticas, água, biodiversidade, produção de alimentos, fluxos e deslocamentos ou os realinhamentos nas relações de poder entre os diferentes Estados nacionais. Pensar no que cada um pode fazer para cuidar do planeta implica refletir sobre os usos dos recursos naturais, diagnosticando os que são predatórios e conhecendo aqueles que configuram práticas sociais sustentáveis.
Quanto mais afiados os alunos estiverem na leitura e interpretação de diferentes modalidades de textos e mapas, além da escrita e da elaboração de produtos cartográficos, melhor será a sua preparação. Outro bom caminho é examinar e discutir coletivamente fotos, gravuras, charges e pinturas.
Neste blog foram publicados vários depoimentos que expressam as algumas experiências vividas por estudantes e educadores na edição 2008. Eles sugerem boas dicas, como formar grupos de estudos na escola, programar aulas extras no contra-turno, desenvolver projetos,pesquisas e seminários sobre temas diversos, testar os conhecimentos no Quiz do site Viagem do Conhecimento e avaliar as questões propostas nas provas de 2008.
Como nenhum aluno é uma “ilha”, o que vale aqui é desenvolver as atividades coletivamente. Nesse sentido, os participantes podem organizar e dispor na escola bancos de dados com textos, mapas, figuras e questões ou criar blogs ou redes por meio de correio eletrônico para troca de conhecimentos. Muitos alunos que alcançaram bons resultados em 2008 vieram de escolas onde prevaleceu o trabalho cooperativo e coletivo.
Para o professor, suportes como o Guia para Educadores e a Matriz de Referência, que orienta o trabalho quanto ao desenvolvimento de competências e habilidades vinculadas aos conteúdos escolares de geografia (em conexão com outras áreas do conhecimento), são fundamentais. O professor pode sugerir leituras de textos pelos alunos, acompanhando o trabalho para esclarecer dúvidas.
Como as férias de julho estão se aproximando, pode ser uma boa ideia recomendar aos estudantes que escrevam textos e assistam filmes e documentários (confira as dicas no Guia para Educadores).